Jingle Bell Rock!

Não sou um jornalista imparcial. Gosto de opinar sobre um monte de coisas, mesmo sabendo que serei rechaçado depois.

Tivemos um ano péssimo, musicalmente falando. Nada de diferente no cenário, o que surgiu era extremamente pasteurizado, e os grandes shows internacionais (Stones e U2) aconteceram em duas cidades, enquanto o país inteiro teve que aturar a turnê do RBD e do Black Eyed Pears.

Mas o Natal (Ah, o Natal…) está chegando. E como diziam na escolinha de catecismo, é hora de enchermos os nossos corações de amor, é tempo de renovação. Tempo de aturar a retrospectiva do ano na mídia, o show especial do Roberto Carlos, o amigo secreto no Fantástico, o Gugu fantasiado de Papai Noel distribuindo brinquedos para famílias pobres…

É… isso a gente não tem como mudar. Mas pelo menos agora nós podemos impedir que aquela tia gorda coloque o CD da Simone/Pe. Marcelo Rossi/Concertos Comunitários Zaffari durante a Ceia de Natal. Ou evitar aquele pagodão que rola depois da meia-noite, quando todo mundo está grogue demais para escolher uma música decente:

Assista ao videoclipe de Natal da banda roqueira Twisted Sister

Conforme informado, a banda Twisted Sister resolveu dar mais um passo no contraste entre talento musical e bom humor pastelão. Conhecida pelo visual espalhafatoso que revolucionou o heavy metal nos anos 80, a banda resolveu ressucitar e lançar um novo disco… de Natal.

A Twisted Christmas traz Dee Snider & cia. tocando versões “envenenadas” de músicas clássicas de Natal. “O Natal é sempre reconhecido por jazz, música clássica, pop, a capella… não tem nada de heavy metal”, diz o vocalista Snider, explicando o conceito do álbum.

O primeiro videoclipe – “Come All Ye Faithful” – pode ser assistido na internet. Com arranjo que lembra muito o do clássico “We’re Not Gonna Take It”, o videoclipe traz o formato que levou a banda ao trono dos videoclipes bestas, porém engraçados.

Alguém pode me dar um destes de Natal?

Fonte: CifraClub

Uma resposta para “Jingle Bell Rock!”

  1. Jens Disse:

    Não sei porque essa implicância com o RBD. Até que as gatinhas são comíveis, (depois de umas quatro doses tudo o que viver eu topo, até mesmo dublado).
    E a Kelly K? Eu quero um CD da Kelly K de amigo secreto!!! (A propósito, o seu (dela) foi eleito o derriére mais avantajado do Brasil – quiçá do mundo! -, com justa razão).
    Um abraço.

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