Não sou um jornalista imparcial. Gosto de opinar sobre um monte de coisas, mesmo sabendo que serei rechaçado depois.
Tivemos um ano péssimo, musicalmente falando. Nada de diferente no cenário, o que surgiu era extremamente pasteurizado, e os grandes shows internacionais (Stones e U2) aconteceram em duas cidades, enquanto o país inteiro teve que aturar a turnê do RBD e do Black Eyed Pears.
Mas o Natal (Ah, o Natal…) está chegando. E como diziam na escolinha de catecismo, é hora de enchermos os nossos corações de amor, é tempo de renovação. Tempo de aturar a retrospectiva do ano na mídia, o show especial do Roberto Carlos, o amigo secreto no Fantástico, o Gugu fantasiado de Papai Noel distribuindo brinquedos para famílias pobres…
É… isso a gente não tem como mudar. Mas pelo menos agora nós podemos impedir que aquela tia gorda coloque o CD da Simone/Pe. Marcelo Rossi/Concertos Comunitários Zaffari durante a Ceia de Natal. Ou evitar aquele pagodão que rola depois da meia-noite, quando todo mundo está grogue demais para escolher uma música decente:
Assista ao videoclipe de Natal da banda roqueira Twisted Sister
Conforme informado, a banda Twisted Sister resolveu dar mais um passo no contraste entre talento musical e bom humor pastelão. Conhecida pelo visual espalhafatoso que revolucionou o heavy metal nos anos 80, a banda resolveu ressucitar e lançar um novo disco… de Natal.
A Twisted Christmas traz Dee Snider & cia. tocando versões “envenenadas” de músicas clássicas de Natal. “O Natal é sempre reconhecido por jazz, música clássica, pop, a capella… não tem nada de heavy metal”, diz o vocalista Snider, explicando o conceito do álbum.
O primeiro videoclipe – “Come All Ye Faithful” – pode ser assistido na internet. Com arranjo que lembra muito o do clássico “We’re Not Gonna Take It”, o videoclipe traz o formato que levou a banda ao trono dos videoclipes bestas, porém engraçados.
Alguém pode me dar um destes de Natal?
Fonte: CifraClub
21.11.2006 às 5:20 am
Não sei porque essa implicância com o RBD. Até que as gatinhas são comíveis, (depois de umas quatro doses tudo o que viver eu topo, até mesmo dublado).
E a Kelly K? Eu quero um CD da Kelly K de amigo secreto!!! (A propósito, o seu (dela) foi eleito o derriére mais avantajado do Brasil – quiçá do mundo! -, com justa razão).
Um abraço.