Uma das coisas que me atrai na profissão de jornalista é o inesperado, o imprevisto. Sem ele, não há matéria. E aí a gente morreria de fome, ou mandaria fitas de vídeo para o BBB.
Não é o caso do Lasier Martins. Profissional renomado daqui do Rio Grande do Sul, começou no rádio, como todo medalhão da comunicação, e aos poucos conquistou seu espaço. Largou a advocacia para trabalhar como comunicador. Até a Guerra do Golfo ele já cobriu. Podemos dizer que ele é uma raposa experiente da área, que não se deixa abater pelas adversidades.
Lasier Martins. um exemplo de profissional que trabalha com o inesperado.
18.01.2007 às 2:07 pm
Eittaaa ó o perigo da profissao!!!
se cuida piero! não queremos q um grande jornalista sofra acidentes por ai.
bjo
08.02.2007 às 11:13 pm
ta na hr de tirar as teias
19.10.2008 às 11:48 pm
NOS BASTIDORES DA MÍDIA
Luiz Domingos de Luna
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Penso que a mídia brasileira vem crescendo de forma positiva, ágil, versátil, informatizada; seu poder de informação é amplo, irrestrito, sem fronteiras; os noticiosos são bem aprimorados, toda uma programação que de fato e de direito se posiciona muito bem num Estado Democrático de Direito cumprindo a sua função primeira que é informar a sociedade, mantê-la sempre vigilante e atuante no processo continuo de aprimoramento dos seres humanos no espaço social. Sempre uma luz a pairar no presente, problematizado o nascedouro do futuro e abrindo novas facetas para novas problematizações.
Esta força desenvolvimentista é um imperativo para o crescer harmonicamente em sociedade, e de maior valia para a unidade social Brasileira. Porém, com este processo acelerativo do momento presente, onde novas ferramentas são diariamente oferecidas e que tudo deve ser atualizado, pois a informática é um dos setores que está sendo privilegiada, por aprimoramento de instrumentos que agilizam todo o processo como um todo, o que é uma forma de aprimoramento contínuo, facilitando a vida de todos os cidadãos brasileiros, talvez pela versatilidade da informática, alguns setores que formam a base da estrutura da liga social vem de certa forma, ainda que talvez sem querer, o por não ter a dimensão de seu poder, esquecendo ou não priorizando para o momento e que de certa forma vem causado uma falta para a sociedade, pois, se não Vejamos: Todos os demais paises têm um grande orgulho em mostrar para o mundo seus grandes escritores, poetas, contistas e principalmente os agentes culturais do país. Os Fomentadores da cultura sejam: regional ou nacional.
Os grandes Veículos de comunicação do Brasil durante o século XIX e até meados do século XX traziam em seu bojo, romance, contos, referencial dos grandes vultos da literatura nacional e a poesia sempre presente.
Creio que a juventude precisa ser oportunizada para leituras de poesias, incentivadas para a leitura dos clássicos nacionais e o fomento as manifestações artísticas e culturais de uma região, do país. A iniciativa de projetar para os jovens esta vontade de focar o gosto pela cultura arte e literatura {…} iria com certeza facilitar o trabalho dos educadores em sala de aula, o relacionamento familiar, empresarial e um fluir de uma nova betumação social com certeza iria nascer, onde todos seriam beneficiados, e a sociedade à luz do por vir sempre na esperança, na fé e no pulsar de um novo horizonte, visto a estrutura está alicerçada nas bases culturais que foram responsáveis pelo processo civilizatório da humanidade.
16.05.2009 às 12:54 am
O Caos na Segurança Pública – Por Luiz Domingos de Luna.
Enquanto a impunidade, o desemprego, a corrupção, o descaso, a falta de seriedade com a coisa pública assola o país como um todo, como fogo abrasador, em todas as direções “uma besta fera louca”, nós brasileiros assistimos toda esta paisagem social caótica, estupefatos e, sem nada poder fazer, é uma situação horripilante, pois senão vejamos: os nossos detentos que deveriam ser cuidados pelo estado, numa política de ressocialização, em respeito aos direitos humanos e no cumprimento da sua pena especifica, como determina a lei.Mas não, tudo vira uma bagunça generalizada, presídios superlotados, pelo visto, o detento está mais seguro nas ruas do que dentro da própria cela. O Vandalismo imperara nos corredores e nos pavilhões da miscigenação de presos, formando assim, uma verdadeira escola do crime. Não é a toa que os grandes grupos organizados do crime nascem dentro dos presídios e com certeza outras células de ataque a sociedade serão embrionalizadas dentro da própria casa de detenção. Ainda assim, o Estado procura o culpado; Ora, se o próprio estado não oferece as condições mínimas para o bem estar da população carcerária, como é que este, pode oferecer segurança à população?
Precisamos urgentemente de um plano nacional de segurança plena , é um direito do Cidadão e um dever de do Estado; pois O caos que nós estamos presenciando é fruto de um estado gastador, que gasta mal, não planeja suas ações, não tem uma preocupação em assistir as comunidades carentes. É um estado que trabalha bem, mas trabalha bem para os interesses dos monopólios, oligopólios financeiros, para os grandes mercados de capitais, é um fomentador do fogo do capitalismo selvagem que formam duas forças antagônicas na sociedade: os afortunados e poderosos a serviços dos interesses do capitalismo e os ricos de nada, ricos da miséria, do descaso da violência; assim, estamos formando a bomba que dilacera a sociedade, os vencidos e os vencedores. Os heróis e os bandidos,os donos do poder e os donos da miséria, os donos do tudo, os donos do nada .
Quero ver é quando estes dois mundos diferentes resolverem prestar contas, ai sim,já é tarde demais. Ficará a pergunta por que não fizemos algo quando ainda existia solução ?
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Grato,
Luiz Domingo de Luna
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